HIV e AIDS: entenda as diferenças, formas de transmissão e como se proteger

Embora muitas vezes usados como sinônimos, HIV e AIDS não são a mesma coisa. A distinção entre os dois termos é essencial para compreender o funcionamento do vírus, a importância do diagnóstico precoce e as formas de prevenção.

O que é HIV?

O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o agente responsável por atacar e enfraquecer o sistema imunológico. Ele compromete células de defesa fundamentais contra infecções, deixando o organismo mais vulnerável.
Uma pessoa pode viver por meses ou até anos com o vírus sem apresentar sintomas, sendo considerada soropositiva. Durante esse período assintomático, ainda é possível transmitir o vírus a outras pessoas.

O que é AIDS?

A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é o estágio mais avançado da infecção pelo HIV. É quando o sistema imunológico está gravemente comprometido, permitindo o surgimento de infecções oportunistas e alguns tipos de câncer. Sem tratamento, esse quadro pode ser fatal.

É importante lembrar: uma pessoa com HIV não necessariamente desenvolve AIDS. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível viver com qualidade de vida e impedir a progressão da doença.

Como ocorre a transmissão?

A transmissão do HIV acontece quando fluidos corporais contaminados entram em contato com a corrente sanguínea ou mucosas de outra pessoa. As principais formas de transmissão são:

• Relações sexuais sem preservativo (anal, vaginal ou oral)
• Compartilhamento de agulhas, seringas ou objetos para uso de drogas
• Transmissão de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação
• Transfusão de sangue contaminado (especialmente antes de 1985, quando o teste não era obrigatório)

Não há comprovação científica de transmissão por saliva, lágrimas, fezes ou urina.

Você pode ter HIV?

Sim. O vírus não escolhe idade, classe social ou orientação sexual. Entender a própria rotina sexual, histórico de transfusões e uso de drogas ajuda a identificar possíveis riscos de exposição.

Como saber se estou infectado?

A única maneira de confirmar a infecção é realizando o teste de HIV.
O exame de triagem utilizado é o teste de anticorpos (ELISA). Quando o resultado é positivo, ele deve ser confirmado por um teste mais específico, como o Western Blot ou outros métodos confirmatórios modernos.

Atualmente, muitos serviços oferecem testagem rápida, com resultado em minutos, e a detecção precoce permite iniciar o tratamento antes mesmo de sintomas surgirem, preservando a saúde por mais tempo.

O que significam os resultados do teste?

Resultado positivo: indica presença do HIV. A pessoa deve iniciar acompanhamento médico e realizar outros exames para avaliar sua imunidade e necessidade de terapia antirretroviral.
Resultado negativo: se não houve exposição de risco nos últimos seis meses, significa que a pessoa não está infectada. Mesmo assim, é fundamental manter práticas de prevenção.

Prevenção: como reduzir os riscos

• Uso correto e contínuo de preservativo em todas as relações sexuais
• Lubrificantes à base de água (os com óleo podem romper a camisinha)
• Não compartilhar agulhas ou objetos perfurocortantes
• Testagem regular, especialmente para quem é sexualmente ativo
• Tratamento adequado de outras ISTs, que aumentam o risco de transmissão
• Acompanhamento de gestantes para evitar a transmissão vertical

Além dessas medidas, pesquisas recentes mostram que pessoas que vivem com HIV e fazem tratamento até atingir carga viral indetectável não transmitem o vírus, reforçando a importância do acesso ao diagnóstico e à terapia antirretroviral.

Cuidado, informação e prevenção: onde realizar seus exames?

O diagnóstico precoce é fundamental. O Laboratório São Luís oferece testes para HIV com precisão, sigilo e suporte profissional. Unidades modernas, equipe qualificada e resultados rápidos garantem segurança e tranquilidade no seu cuidado com a saúde.

Laboratório São Luís

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